Clima de Tensão e Estratégia no Paddock de Las Vegas: O Que Revelaram as Coletivas de Imprensa
Clima de Tensão e Estratégia no Paddock de Las Vegas: O
Que Revelaram as Coletivas de Imprensa
Às vésperas do Grande Prêmio de Las Vegas, as equipes de
imprensa desta semana pintaram um quadro de um paddock em alerta máximo.
Pilotos e chefes de equipe demonstraram cautela, confiança medida e uma análise
técnica profunda, conscientes de que a etapa americana pode ser decisiva na
reta final do campeonato. Entre expectativas e pressões gerenciais, o tom foi
de preparação estratégica.
Lando Norris Mostra Maturidade em Discurso Equilibrado
Como líder do campeonato, Lando Norris atualizou um tom
comedido ao falar sobre o fim da semana. Ao completar 150 GPs pela McLaren, ele
se destacou por estar em uma de suas melhores fases na Fórmula 1, mas alertou
que Las Vegas não é um circuito fácil. “É um dos mais complexos da temporada,
com pneus que custam a aquecer e asfalto sensível ao clima”, disse o piloto,
reforçando que, apesar da sequência positiva recente, a McLaren não é “favorita
absoluta” para o evento.
Seu discurso busca transmitir confiança sem inflar
expectativas, ao mesmo tempo em que alivia a pressão pública em um momento
chave da disputa pelo título.
Condições Climáticas Dominam as Conversas
Vários pilotos mencionaram a possibilidade de chuva no
início das atividades, um fator que pode bagunçar treinos e classificações. A
combinação de temperaturas baixas, variações leves e um circuito de rua com
ansiedade transforma a preparação em um exercício de paciência.
Franco Colapinto, da Alpine, foi direto: "O traçado
exige cuidado extremo, e não esperamos milagres logo de cara. O foco é
aproveitar cada oportunidade com um carro que ainda busca consistência."
Chefes de Equipe Entre o Presente e o Futuro
Nas coletivas dos dirigentes, a conversa oscilou entre o
agora e o que vem pela frente. Simone Resta, da Mercedes, lembrou que a
categoria está em transição, com as regras de 2026 já batendo à porta. Mudanças
em motores, híbridos e combustíveis sustentáveis estão no radar, forçando equipes a
equilibrar investimentos entre o campeonato atual e o próximo
ciclo técnico.
É um sinal de que, mesmo em um fim de semana crucial, os
bastidores da F1 já olham para o futuro.
Pressão do Campeonato Refletida nas Respostas
Com a tabela apertada e poucas corridas restantes, o clima
nas coletivas carregou o peso do momento. Norris, com sua humildade
estratégica, tenta minimizar o fardo da liderança. Seus rivais, por sua vez,
analisam cada palavra como um indicador psicológico.
Desde seu retorno ao calendário, o GP de Las Vegas é famoso
pela imprevisibilidade — clima, aderência, incidentes ou pneus adequados pelo
calor. Este ano não foge à regra: a incerteza é a única constante.
Conclusão: Estratégia e Adaptação no Centro das Atenções
As equipes deixaram claro que o fim da semana será definido
por tática e ajuste. Norris surge como protagonista consciente, equilibrando
confiança e prudência. Rivais e equipes mostram preocupação com fatores
externos, enquanto o paddock já vislumbra 2026.
Com clima instável, circuito desafiador e campeonato
acirrado, o GP de Las Vegas promete mais que espetáculo: será um teste mental e
técnico para quem ainda briga por grandes conquistas nesta temporada.
Leclerc Assume a Liderança no TL1 de Las Vegas: Sessão
Marcada por Pista Fria e Desafios de Aderência
O Treino Livre 1 do Grande Prêmio de Las Vegas inaugurou o
fim de semana com uma sessão agitada e cheia de nuances estratégicas.
Temperaturas baixas e uma pista ainda "crua" desempenhando um cenário
típico do circuito urbano do deserto: pouca aderência, erros frequentes e
resultados inesperados. Mas quem se destacou logo de cara foi Charles Leclerc,
colocando a Ferrari no topo da tabela.
Ferrari Forte Desde o Início: Leclerc Domina
Charles Leclerc exibiu velocidade e segurança desde os
primeiros minutos. Com um tempo de 1:34.802, registrado ainda com pneus médios,
o monegasco liderou com folga e sinalizou que uma Ferrari chega a Las Vegas com
um setup sólido, mesmo nas condições mais traiçoeiras do asfalto.
A pista gelada com controle e sensibilidade, mas Leclerc
explorou os limites com consistência. Esse desempenho inicial alimenta a
expectativa de que a Ferrari possa lutar pela pole — desde que mantenha o ritmo
à medida que a pista evolui ao longo dos treinos.
Williams Surpreende e Aparece na Frente
Um dos pontos altos do TL1 foi Alexander Albon, que colocou
a Williams em segundo lugar, apenas 0,166s atrás de Leclerc. O tailandês
repetiu o bom desempenho da equipe em pistas com baixa aderência, mostrando
equilíbrio no carro.
Carlos Sainz, também da Williams, terminou em um competitivo
5º lugar. A equipe indica potencial para ser uma das surpresas do GP,
especialmente se as temperaturas permanecerem baixas.
Red Bull Testa Abordagens Diferentes e Aparece nas Duas
Pontas
Yuki Tsunoda foi o terceiro mais rápido, à frente de Max
Verstappen, que fechou em quarto. A Red Bull parece ter uma sessão dividida
entre simulações de voltas rápidas e trabalho de ritmo de corrida, explorando
configurações distintas entre seus pilotos.
A presença de Tsunoda no top 3 sugere que a equipe tem boas
opções de acerto para o fim da semana. Verstappen, por sua vez, não forçou um
tempo de classificação e focou em voltas mais longas, explicando a diferença
interna.
McLaren ainda busca o equilíbrio
Líder do campeonato, Lando Norris terminou o TL1 apenas em
6º. A McLaren trabalhou no ajuste do fundo do carro, o que comprometeu parte da
preparação inicial. Além disso, Norris planejou travamentos e um erro na curva
12, escapando em uma tentativa de volta rápida com pneus macios.
O desempenho discreto indica que a equipe priorizou a coleta
de dados em vez de velocidade pura. Ainda assim, o ritmo inicial sugere que a
McLaren terá trabalho para alcançar Ferrari e Red Bull em condições de baixa
aderência.
Pista Fria e Erros Frequentes Marcam a Sessão
As temperaturas em Las Vegas voltaram a roubar a cena. O
asfalto frio dificultou o aquecimento dos pneus e provocou várias escapadas.
Oscar Piastri e Fernando Alonso foram alguns dos que perderam o controle em
tentativas de volta rápida.
Isso destaca um aspecto central do GP de Las Vegas: o treino
livre inicial reflete o ritmo real, pois a pista costuma melhorar com mais
borracha e calor noturno.
Brasileiro Gabriel Bortoleto Enfrenta Dificuldades
Gabriel Bortoleto, da Sauber, teve um começo complicado e
terminou em 19º, mais de um segundo e meio atrás de Leclerc. A equipe suíça
ainda busca equilíbrio no carro, e ajustes posteriores devem melhorar o
desempenho ao longo do fim da semana.
Conclusão: Surpresas e Adaptações no Panorama Inicial
O TL1 em Las
Vegas trouxe um quadro inicial de surpresas e ajustes. A Ferrari largou na
frente, a Williams apareceu como potencial destaque, a Red Bull testou caminhos
diferentes e a McLaren ainda parece longe da forma ideal.
Com a pista evoluindo e temperaturas variáveis previstas, o resto do fim da
semana promete mudanças — e um cenário imprevisível para classificação e corrida.
Norris Lidera TL2 Conturbado em Las Vegas: Bueiros Soltos
e Pista Fria Causam Caos
O segundo treino livre do Grande Prêmio de Las Vegas foi
definido por imprevisibilidade, ajustes ousados e
momentos de alta tensão. Entre bandeiras vermelhas e condições desafiadoras, Lando Norris foi quem aproveitou melhor e
substituiu a liderança, enquanto outras equipes arriscaram
estratégias para o fim da semana.
Sessão Interrompida: Bueiros Soltos Geram Duas Bandeiras
Vermelhas
O TL2 foi freado duas vezes por tampas de bueiro soltas na
curva 17, criando interferências perigosas e bagunçando os planos de muitas
equipes. A pista, já de si exigente, exigia atenção extra: com asfalto frio, o
risco de perda de entrega era alto, especialmente nas saídas dos boxes.
As paradas forçadas limitaram simulações completas de
qualificação para algumas vezes, que viram suas voltas mais agressivas sendo
cortadas — o que pode complicar a previsão de quem focará em ritmo de corrida
ou em classificação.
Norris Reage e Assume a Dianteira
Mesmo com os contratempos, Lando Norris aproveitou as
janelas de pista livre e garantiu o melhor tempo: 1:33.602, com pneus macios.
Esse resultado mostra que a McLaren fez ajustes rápidos e eficientes entre os
treinos, adaptando o carro para obter desempenho máximo quando preciso.
A volta forte com os compostos mais agressivos sugere que a
equipe pode usar uma estratégia de simulação de classificação com confiança,
mas também tem ritmo de corrida competitiva se mantiver o equilíbrio.
Mercedes Mostra Potencial com Antonelli; Leclerc Pressão
Apesar do Problema
Kimi Antonelli, da Mercedes, surpreendeu ao terminar em
segundo, apenas 0,029s atrás de Norris, deixando a equipe com fôlego para
brigar pelas posições de topo em Las Vegas. Para ele, é sinal de que a Mercedes
não está longe das líderes, mesmo em um circuito tão traiçoeiro.
Charles Leclerc, da Ferrari, ficou em terceiro. O monegasco
registrou boas voltas, mas o ritmo foi afetado por um problema de câmbio nos
minutos finais. Ainda assim, reforçamos que a Ferrari tem um bom acerto para o
circuito noturno e pode disputar as primeiras colocações nas sessões decisivas.
Equipes de Meio de Grid Exploram Ritmo de Corrida
Outros destaques foram Nico Hülkenberg, da Sauber, em
quarto, e os pilotos da Racing Bulls: Isack Hadjar em quinto e Liam Lawson em
sexto. Essas posições mostram que equipes fora da elite encontraram equilíbrio
entre proteção e estratégia, explorando longos prazos ou certos caminhos
alternativos.
Para eles, as interrupções podem ter sido uma vitória
evitada: menos voltas qualificatórias forçaram a priorização de simulações de
corrida, ajudando a planejada para a prova.
Verstappen, Russell e os Demais: ajustes ainda em
andamento
Max Verstappen ficou apenas em 9º, abaixo do esperado para o
piloto da Red Bull. A combinação de intermediários e escolhas de configuração
pode ser pesada, exceto que a equipe ainda não acertou a configuração ideal na
pista de ruas.
George Russell (Mercedes) também teve dificuldades para
aproveitar a sessão, terminando em 7º, em parte pelas bandeiras vermelhas, que
atrapalharam suas voltas mais intensas.
Pista Fria e Clima Complicado Ditam Tom Estratégico
As baixas temperaturas continuaram dominando o TL2. O
asfalto gelado comprometeu o aquecimento dos pneus e fez as equipes
"pisarem no freio" em certas fases, evitando erros que pudessem
prejudicar o desempenho geral.
Além disso, o risco de chuva ou umidade — já visto em
sessões anteriores — manteve todos em alerta, reforçando a necessidade de
priorizar simulações de corrida com condições variáveis.
Implicações para o Fim de Semana
- A
McLaren, com Norris tão dominante, surge como forte candidata para
classificação e corrida, se mantiver a consistência desse ritmo agressivo.
- A
Mercedes dá sinais de recuperação, especialmente com Antonelli mostrando
velocidade pura, o que pode ameaçar os favoritos.
- A
Ferrari, mesmo com problemas técnicos, não se distancia e pode usar a
noite de Las Vegas para buscar desempenho ideal.
- Equipes
de meio de grid, como Sauber e Racing Bulls, podem aproveitar estratégias
ousadas e certos alternativos para surpreender.
GP de Las Vegas 2025: Drama Urbano Sob as Luzes da Strip
— Análise Completa de FP2, FP3, Qualifying e Corrida
O fim de semana do Grande Prêmio de Las Vegas entregou drama
urbano sob as luzes da Strip: sessões interrompidas, pista traiçoeira e uma
corrida que sacudiu a classificação do campeonato — com reviravoltas pós-prova
alterando o pódio. Aqui vai uma análise jornalística focada nas sessões
pedidas: Treino Livre 2, Treino Livre 3, Qualificação e Corrida Principal.
FP2: Norris na Frente; Programas Bandeira Vermelha e
"Assustador de Bueiro" Atrapalham
A segunda sessão livre foi marcada por dois elementos que
definiram boa parte do fim da semana: ritmo competitivo equilibrado entre as
equipes de ponta e um imprevisto na pista. Lando Norris cravou a melhor volta
no FP2 (1:33.602), deixando Kimi Antonelli (Mercedes) e Charles Leclerc logo
atrás, em uma sessão cuja programação foi truncada por uma vermelha devido a
suspeita de tampa de bueiro solta entre as curvas 16 e 17. O incidente forçou
periódica, modificação de programas e limitou bandeira durante longos períodos.
O impacto foi claro: equipes já bem acertadas (McLaren e
Mercedes) extraíram boas voltas rápidas antes da paralisação; times com menos
margem (novatos e menores) perdidos tempo valiosos de ajuste. Oscar Piastri,
por exemplo, ficou mais atrás no cronômetro — reflexo, em parte, de menos pista
com pneus novos.
FP3: Russell Ressurgente, Red Bull Presente e Sinais
Táticos
A sessão final de treinos serviu para afinar o carro para
corrida e consolidar abordagens de longa duração. George Russell liderou com
1:34.054, seguido por Max Verstappen e Alex Albon, mostrando que a Mercedes
estava preparada tanto para ritmo de corrida quanto para gerenciar trechos
longos — uma diferença tática em relação a quem priorizou apenas volta-rápida.
Esses tempos finais indicaram pista mais consistente e variáveis de aderência
reduzidas pela ação das tripulações da
FIA.
FP3 confirmou duas leituras: (1) a Red Bull era competitiva
em ritmo eficaz de prova mesmo sem dominar tempos; (2) O pacote da McLaren
tinha forte em uma volta, mas a gestão de corrida mostrou pontos para debate —
sinal para a batalha entre pólo e consistência de passagens.
Qualificação: Chuva, Perícia e Pole de Norris
A classificação foi decidida em pista molhada, mudando a
sessão em teste de precisão e coragem. Lando Norris liderou a pole com
1:47.934, sua terceira consecutiva, em um Q3 tenso onde janela de saída e
aquecimento de pneus foram cruciais. Max Verstappen ficou a 0,323s, enquanto
Carlos Sainz teve volta de destaque para colocar a Williams entre os primeiros.
A chuva igualou vantagens aerodinâmicas temporariamente e premiou quem acertou
potência e tração nas saídas.
Taticamente, a qualificação molhada descartou planos rígidos
de "uma tentativa por jogo de pneus" e forçou gestão de risco: quem
saiu na hora certa voltou com pneus aquecidos para giro decisivo; quem errou
viu a chance de sumir. Para o sábado, a McLaren teve a resposta perfeita — ao
menos para a volta única.
Corrida Principal: Vitória de Verstappen, Disputas e a
Reviravolta Pós-Prova
A corrida noturna teve enredo clássico: recuperação, ritmo
de prova e — depois — uma decisão técnica que mexeu na classificação oficial.
Na pista, Max Verstappen converteu ritmo de corrida em
vitória, superando o pole e mostrando que a Red Bull tinha leitura certa para o
domingo. A vitória não veio só da velocidade, mas da execução de stints e
paradas — o pacote da Red Bull equilibrou manipulação e desempenho.
Inicialmente, Lando Norris e Oscar Piastri terminaram no pódio, com George
Russell e Kimi Antonelli também protagonistas.
Mas o desenvolvimento teve capítulo extra-desportivo: ambos
os carros da McLaren (Norris e Piastri) foram desclassificados por excesso de
desgaste do skid block (plano de desbaste do piso), segunda análises técnicas e
comunicação da FIA. A investigação alterou o pódio oficial — promovendo pilotos
da Mercedes ao 2º e 3º lugares. Essa correção pós-prova impacta tabelas e
gestão de margem de segurança entre desempenho e conformidade.
Análise Técnica e Tática: Por Que as Decisões Importaram
- Gestão
de Piso Urbano : Las Vegas, rua com características erradas,
exige equilíbrio entre prejuízo (para desempenho) e compliance (para não
ultrapassar limites de skid). McLaren extraiu velocidade ao custo de
passar perto/ultrapassar o limite técnico; rendeu ganho, mas risco
regulatório que se concretizou.
- Clima
como Equalizador : A qualificação molhada nivelou pacotes e
reforçou que, em seco, ritmo de corrida e estratégia (paradas, duração do
período) seriam chaves. FP3 mostrou Mercedes confortável em ritmo de
corrida, confirmada na promoção ao pódio.
- Operação
de Pista e Imprevistos : O episódio do bueiro em FP2 ilustrou
como variáveis de
circuitos de rua interromperam programas e favorecendo equipes com preparação resiliente.
Impacto no Campeonato e Conclusões
- A
vitória de Verstappen e a desclassificação da McLaren encurtaram/mexeram
na pontuação, mantendo disputa viva e tensão sobre gestão de risco da
McLaren nas finais. Bônus de pontos para Mercedes altera cálculos na
brigada de construtores.
- Lições
claras: em urbanos e finais de temporada, ganhos marginais precisam ser
calibrados contra conformidade técnica. A McLaren ganhou velocidade — mas
pagou o preço americano. Equipes como Mercedes, priorizando consistência
de corrida, colheram frutos na classificação oficial.
Tense and Strategic Atmosphere in the Las Vegas Paddock:
What the Press Conferences Revealed
On the eve of the Las Vegas Grand Prix, this week's press
teams painted a picture of a paddock on high alert. Drivers and team principals
demonstrated caution, measured confidence, and in-depth technical analysis,
aware that the American stage could be decisive in the final stretch of the
championship. Amid expectations and managerial pressures, the tone was one of
strategic preparation.
Lando Norris Shows Maturity in Balanced Speech
As championship leader, Lando Norris adopted a more measured
tone when speaking about the end of the week. Having completed 150 GPs for
McLaren, he stood out for being in one of his best phases in Formula 1, but
warned that Las Vegas is not an easy circuit. "It's one of the most
complex of the season, with tires that take a long time to warm up and
weather-sensitive asphalt," said the driver, reinforcing that, despite the
recent positive streak, McLaren is not the "absolute favorite" for
the event. His speech aims to convey confidence without inflating expectations,
while easing public pressure at a key moment in the title race.
Weather Conditions Dominate Conversations
Several drivers mentioned the possibility of rain at the
start of the activities, a factor that could disrupt practice and qualifying.
The combination of low temperatures, slight variations, and an anxiety-inducing
street circuit transforms preparation into an exercise in patience.
Franco Colapinto, from Alpine, was direct: "The track
demands extreme care, and we don't expect miracles right away. The focus is on
taking advantage of every opportunity with a car that is still seeking
consistency."
Team Principals Between the Present and the Future
In the team principals' press conferences, the conversation
oscillated between the present and what lies ahead. Simone Resta, from
Mercedes, reminded everyone that the category is in transition, with the 2026
rules already knocking on the door. Changes in engines, hybrids, and
sustainable fuels are on the radar, forcing teams to balance investments
between the current championship and the next technical cycle.
It's a sign that, even on a crucial weekend, the F1
backstage is already looking to the future.
Championship Pressure Reflected in Responses
With the tight standings and few races remaining, the
atmosphere in the press conferences carried the weight of the moment. Norris,
with his strategic humility, tries to minimize the burden of the lead. His
rivals, in turn, analyze each word as a psychological indicator.
Since its return to the calendar, the Las Vegas GP has been
famous for its unpredictability — weather, grip, incidents, or tires suitable
for the heat. This year is no exception: uncertainty is the only constant.
Conclusion: Strategy and Adaptation in Focus
The teams made it clear that the end of the week will be
defined by tactics and adjustments. Norris emerges as a conscious protagonist,
balancing confidence and prudence. Rivals and teams show concern about external
factors, while the paddock is already looking ahead to 2026.
With unstable weather, a challenging circuit, and a tight
championship, the Las Vegas GP promises more than just spectacle: it will be a
mental and technical test for those still fighting for major achievements this
season.
Leclerc Takes the Lead in Las Vegas FP1: Session Marked by
Cold Track and Grip Challenges
Free Practice 1 of the Las Vegas Grand Prix kicked off the
weekend with a hectic session full of strategic nuances. Low temperatures and a
still "raw" track played out a typical scenario for the desert urban
circuit: little grip, frequent mistakes, and unexpected results. But the one
who stood out right away was Charles Leclerc, putting Ferrari at the top of the
timesheets.
Ferrari Strong From the Start: Leclerc Dominates
Charles Leclerc displayed speed and confidence from the
first minutes. With a time of 1:34.802, recorded on medium tires, the
Monegasque driver led comfortably and signaled that Ferrari arrives in Las
Vegas with a solid setup, even in the most treacherous track conditions.
The track was cold, requiring control and sensitivity, but
Leclerc consistently pushed the limits. This initial performance fuels
expectations that Ferrari can fight for pole position — provided they maintain
the pace as the track evolves throughout practice.
Williams Surprises and Takes the Lead
One of the highlights of FP1 was Alexander Albon, who put
Williams in second place, just 0.166s behind Leclerc. The Thai driver repeated
the team's good performance on low-grip tracks, showing balance in the car.
Carlos Sainz, also from Williams, finished in a competitive
5th place. The team shows potential to be one of the surprises of the GP,
especially if temperatures remain low.
Red Bull Tests Different Approaches and Appears at Both Ends
Yuki Tsunoda was the third fastest, ahead of Max Verstappen,
who finished fourth. Red Bull seems to have a session split between simulations
of fast laps. The team focused on race pace and rhythm work, exploring
different setups for its drivers.
Tsunoda's presence in the top 3 suggests the team has good
setup options for the end of the week. Verstappen, on the other hand, didn't
force a qualifying time and focused on longer laps, explaining the internal
difference.
McLaren still seeks balance
Championship leader Lando Norris finished FP1 only in 6th.
McLaren worked on adjusting the car's undercarriage, which compromised part of
the initial preparation. In addition, Norris planned for lock-ups and a mistake
at turn 12, going off the track in an attempt at a fast lap with soft tires.
The discreet performance indicates that the team prioritized
data collection over pure speed. Still, the initial pace suggests that McLaren
will have work to do to catch Ferrari and Red Bull in low-grip conditions.
Cold Track and Frequent Mistakes Mark the Session
The temperatures in Las Vegas once again stole the show. The
cold asphalt made it difficult to warm up the tires and caused several spins.
Oscar Piastri and Fernando Alonso were among those who lost control in attempts
at a fast lap.
This highlights a central aspect of the Las Vegas GP: the
initial free practice reflects the real pace, as the track usually improves
with more rubber and nighttime heat.
Brazilian Gabriel Bortoleto Faces Difficulties
Gabriel Bortoleto, from Sauber, had a complicated start and
finished 19th, more than a second and a half behind Leclerc. The Swiss team is
still searching for balance in the car, and subsequent adjustments should
improve performance throughout the rest of the week.
Conclusion: Surprises and Adaptations in the Initial
Panorama
FP1 in Las Vegas brought an initial picture of surprises and
adjustments. Ferrari started in front, Williams appeared as a potential
standout, Red Bull tested different paths, and McLaren still seems far from
ideal form.
With the track evolving and variable temperatures predicted,
the rest of the weekend promises changes — and an unpredictable scenario for
qualifying and the race.
Norris Leads Troubled FP2 in Las Vegas: Loose Manhole Covers
and Cold Track Cause Chaos
The second free practice session of the Las Vegas Grand Prix
was defined by unpredictability, daring adjustments, and moments of high
tension. Between red flags and challenging conditions, Lando Norris was the one
who made the most of it and took the lead, while other teams risked strategies
for the end of the week.
Session Interrupted: Loose Manhole Covers Generate Two Red
Flags
FP2 was stopped twice by loose manhole covers at turn 17,
creating dangerous interference and disrupting the plans of many teams. The
track, already demanding, required extra attention: with cold asphalt, the risk
of lost delivery was high, especially on pit exits.
Forced pit stops limited full qualifying simulations for
some, which saw their most aggressive laps cut short — which could complicate
predicting who will focus on race pace or qualifying.
Norris Reacts and Takes the Lead
Even with the setbacks, Lando Norris took advantage of the
clear track windows and secured the best time: 1:33.602, with soft tires. This
result shows that McLaren made quick and efficient adjustments between practice
sessions, adapting the car to obtain maximum performance when needed.
The strong lap with the more aggressive compounds suggests
that the team can confidently use a qualifying simulation strategy, but also
has competitive race pace if it maintains the balance.
Mercedes Shows Potential with Antonelli; Leclerc Under
Pressure Despite the Problem
Mercedes' Kimi Antonelli surprised by finishing second, just
0.029s behind Norris, leaving the team with momentum to fight for top positions
in Las Vegas. For him, it's a sign that Mercedes isn't far from the leaders,
even on such a treacherous circuit.
Charles Leclerc, of Ferrari, finished third. The Monegasque
driver recorded good laps, but his pace was affected by a gearbox problem in
the final minutes. Still, we reiterate that Ferrari has a good setup for the
night circuit and can compete for the top positions in the decisive sessions.
Mid-Grid Teams Exploit Race Pace
Other highlights were Nico Hülkenberg, of Sauber, in fourth,
and the Racing Bulls drivers: Isack Hadjar in fifth and Liam Lawson in sixth.
These positions show that teams outside the elite found a balance between
protection and strategy, exploring long stints or certain alternative paths.
For them, the interruptions may have been a victory avoided:
fewer qualifying laps forced the prioritization of race simulations, helping
the planned strategy for the race.
Verstappen, Russell and the Others: adjustments still in
progress
Max Verstappen finished only 9th, below expectations for the
Red Bull driver. The combination of intermediate tires and setup choices could
be challenging, except the team hasn't yet finalized the configuration.
Ideal setup on the street circuit.
George Russell (Mercedes) also struggled to make the most of
the session, finishing 7th, partly due to red flags that hampered his most
intense laps.
Cold Track and Complicated Weather Dictate Strategic Tone
Low temperatures continued to dominate FP2. The icy asphalt
compromised tire warm-up and caused teams to "slam on the brakes" at
certain stages, avoiding mistakes that could harm overall performance.
In addition, the risk of rain or humidity — already seen in
previous sessions — kept everyone on alert, reinforcing the need to prioritize
race simulations with variable conditions.
Implications for the Weekend
McLaren, with Norris so dominant, emerges as a strong
contender for qualifying and the race, if it maintains the consistency of this
aggressive pace.
Mercedes is showing signs of recovery, especially with
Antonelli showing pure speed, which could threaten the favorites.
Ferrari, even with technical problems, is not far behind and
can use the Las Vegas night to seek optimal performance.
Mid-grid teams, such as Sauber and Racing Bulls, can take
advantage of bold strategies and certain alternatives to surprise.
Las Vegas GP 2025: Urban Drama Under the Lights of the Strip
— Complete Analysis of FP2, FP3, Qualifying and Race
The Las Vegas Grand Prix weekend delivered urban drama under
the lights of the Strip: interrupted sessions, a treacherous track and a race
that shook up the championship standings — with post-race twists altering the
podium. Here is a journalistic analysis focused on the sessions requested: Free
Practice 2, Free Practice 3, Qualifying and Main Race.
FP2: Norris in the Lead; Red Flag and "Manhole
Scarer" Programs Hinder
The second free practice session was marked by two elements
that defined much of the end of the week: balanced competitive pace between the
top teams and an unforeseen event on the track. Lando Norris set the fastest
lap in FP2 (1:33.602), leaving Kimi Antonelli (Mercedes) and Charles Leclerc
close behind, in a session whose schedule was interrupted by a red flag due to
a suspected loose manhole cover between turns 16 and 17. The incident forced
periodic program modifications and limited flag times for extended periods.
The impact was clear: teams already well-tuned (McLaren and
Mercedes) extracted good fast laps before the stoppage; teams with less margin
(rookies and smaller teams) lost valuable setup time. Oscar Piastri, for
example, fell further behind on the clock—a reflection, in part, of less track
time with new tires.
FP3: Russell Resurgent, Red Bull Present and Tactical
Signals
The final practice session served to fine-tune the car for
the race and consolidate long-duration approaches. George Russell led with
1:34.054, followed by Max Verstappen and Alex Albon, showing that Mercedes was
prepared for both race pace and managing long stints — a tactical difference
compared to those who prioritized only fast laps. These final times indicated a
more consistent track and reduced grip variables due to the FIA crews' actions.
FP3 confirmed two readings: (1) Red Bull was competitive in
effective race pace even without dominating times; (2) McLaren's package was
strong on one lap, but race management showed points for debate — signaling a
battle between pole and stint consistency.
Qualifying: Rain, Skill and Norris' Pole
Qualifying was decided on a wet track, turning the session
into a test of precision and courage. Lando Norris led to pole with 1:47.934,
his third consecutive pole, in a tense Q3 where exit window and tire warm-up
were crucial. Max Verstappen finished 0.323s behind, while Carlos Sainz
delivered a standout lap to put Williams among the leaders. The rain
temporarily equalized aerodynamic advantages and rewarded those who got power
and traction right on the starts.
Tactically, the wet qualifying ruled out rigid "one
attempt per set of tires" plans and forced risk management: those who went
out at the right time returned with warmed tires for the decisive lap; those
who made mistakes saw their chance disappear. For Saturday, McLaren had the
perfect answer — at least for the single lap.
Main Race: Verstappen's Victory, Battles and the Post-Race
Turnaround
The night race had a classic plot: recovery, race pace and —
then — a technical decision that affected the official classification.
On the track, Max Verstappen converted race pace into
victory, overtaking the pole sitter and showing that Red Bull had the right
approach for Sunday. The victory came not only from speed, but from the
execution of stints and pit stops — the Red Bull package balanced handling and
performance. Initially, Lando Norris and Oscar Piastri finished on the podium,
with George Russell and Kimi Antonelli also playing a leading role.
But the development had an extra-sporting chapter: both
McLaren cars (Norris and Piastri) were disqualified.
The drivers were found to have suffered damage due to
excessive wear on the skid block (the track's wear plane), according to
technical analyses and communication from the FIA. The investigation altered
the official podium – promoting Mercedes drivers to 2nd and 3rd places. This
post-race correction impacts the standings and the management of the safety
margin between performance and compliance.
Technical and Tactical Analysis: Why the Decisions Mattered
Urban Track Management: Las Vegas, a street with unsuitable
characteristics, demands a balance between performance drawbacks and compliance
(to avoid exceeding skid limits). McLaren extracted speed at the cost of
nearing/exceeding the technical limit; this yielded gains, but also a
regulatory risk that materialized.
Weather as an Equalizer: The wet qualifying session leveled
the playing field and reinforced that, in dry conditions, race pace and
strategy (pit stops, pit stop duration) would be key. FP3 showed Mercedes
comfortable in race pace, confirmed by their promotion to the podium.
Track Operation and Unexpected Events: The manhole incident
in FP2 illustrated how street circuit variables disrupted programs and favored
teams with resilient preparation.
Championship Impact and Conclusions
Verstappen's victory and McLaren's disqualification
shortened/shuffled the points standings, keeping the competition alive and
tension over McLaren's risk management in the finals. Mercedes' points bonus
alters calculations in the constructors' brigade.
Clear Lessons: In street circuits and season finales,
marginal gains need to be balanced against technical compliance. McLaren gained
speed—but paid the American price. Teams like Mercedes, prioritizing race
consistency, reaped the rewards in the official standings.
Por: Ana Elisa
@ana_arquiteturaevelocidade
Tradução: Autoral
Informações/dados: F1
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