IndyCar acelera em Phoenix e indica equilíbrio antes da corrida de março
IndyCar acelera em Phoenix e indica equilíbrio antes da
corrida de março
A IndyCar Series iniciou os trabalhos no oval do Phoenix
Raceway com dois dias intensos de testes que serviram como preparação direta
para a etapa marcada para 7 de março. O retorno da categoria ao traçado de 1
milha no Arizona não trouxe apenas expectativa, mas também sinais claros de
como pode se desenhar a disputa no fim da semana oficial.
Dia 1: Penske mostra força imediata
O primeiro dia foi marcado pelo domínio da Team Penske. O
grande destaque ficou com a conta de David Malukas, que liderou a tabela de
tempos e chamou a atenção pela rápida adaptação ao novo equipamento e à nova
equipe. Logo atrás apareceu seu companheiro de vez, Josef Newgarden, reforçando
a impressão de que a Penske chega muito bem preparada para o oval curto.
As primeiras horas de pista foram dedicadas a ajustes finos
de acerto, simulações de classificação e passagens mais longas para análise de
desgaste. Mesmo sendo um teste, a competitividade ficou evidente, com
diferenças mínimas entre os primeiros apresentados.
Dia 2: Rossi responde e coloca ECR no jogo
Se o primeiro dia teve a assinatura da Penske, o segundo
trouxe um novo protagonista. Alexander Rossi colocou a Ed Carpenter Racing no
topo da tabela combinada dos dois dias, registrando a melhor marca geral do
teste.
As condições climáticas interferiram no cronograma — ventos
e uma breve interrupção por chuva atrasaram parte das atividades — mas, quando
a pista esteve liberada, Rossi aproveitou bem as simulações em ritmo de
classificação e declarou consistência em passagens mais longas.
A performance da ECR é significativa, especialmente em um
oval onde a equipe tradicionalmente busca protagonismo.
Aspectos técnicos e adaptação ao oval
Phoenix é um oval de 1 milha com características técnicas
desafiadoras: curvas de raio progressivo, necessidade de soluções milimétricas
e grande influência no tráfego. Durante os dois dias, as equipes trabalharam
intensamente em ajustes aerodinâmicos para equilíbrio em curvas rápidas,
simulações de corrida em pelotão e avaliação de desgaste e comportamento dos
pneus em trechos longos.
O foco não foi apenas velocidade pura, mas principalmente
consistência e leitura de corrida — elementos decisivos em provas disputadas em
ovais curtos.
Panorama competitivo
Os testes deixaram claro que a Penske começa forte, mas não
sozinha. A ECR demonstrou capacidade de brigar diretamente pela vitória,
enquanto outras equipes trabalharam de forma mais discreta, priorizando a
coleta de dados.
Como é comum em sessões coletivas, os tempos não contam toda
a história. Algumas equipes esconderam o jogo, enquanto outras buscaram
desempenho máximo para validar certos detalhes específicos.
O que esperar da corrida?
Com base no que foi visto em pista, o cenário aponta para
uma forte candidatura da Penske, a ECR como possível protagonista e uma corrida
disputada em pelotão, com a estratégia sendo fator determinante.
Os dois dias de testes cumpriram o papel de reacender a
disputa em Phoenix e oferecer uma promessa prévia do que está por vir. Se os
treinos servirem de simulação, a etapa no Arizona tem tudo para ser marcado por
equilíbrio e decisões estratégicas nos momentos finais.
Agora, resta saber quem transformará desempenho de teste em
resultado oficial quando as luzes se apagarem para valer no Phoenix Raceway.
IndyCar Speeds Up in Phoenix and Indicates Balance Before
March Race
The IndyCar Series kicked off its work at the Phoenix
Raceway oval with two intense days of testing that served as direct preparation
for the race scheduled for March 7. The category's return to the 1-mile track
in Arizona brought not only expectation but also clear signs of how the
competition might unfold at the end of the official week.
Day 1: Penske Shows Immediate Strength
The first day was marked by Team Penske's dominance. The
highlight was David Malukas, who led the timesheets and drew attention for his
rapid adaptation to the new equipment and the new team. Right behind him was
his teammate, Josef Newgarden, reinforcing the impression that Penske is very
well prepared for the short oval.
The first hours on the track were dedicated to fine-tuning
setups, qualifying simulations, and longer runs for wear analysis. Even though
it was a test, the competitiveness was evident, with minimal differences
between the top results.
Day 2: Rossi Responds and Puts ECR in the Game
If the first day was dominated by Penske, the second brought
a new protagonist. Alexander Rossi put Ed Carpenter Racing at the top of the
combined two-day timesheets, recording the best overall time of the test.
Weather conditions interfered with the schedule — winds and
a brief rain interruption delayed some activities — but, when the track was
clear, Rossi made good use of qualifying pace simulations and demonstrated
consistency in longer runs.
ECR's performance is significant, especially on an oval
where the team traditionally seeks prominence.
Technical Aspects and Adaptation to the Oval
Phoenix is a
1-mile oval with challenging technical characteristics: progressive radius
corners, the need for millimeter-precise solutions, and a significant influence
from traffic. During the two days, the teams worked intensively on aerodynamic
adjustments for balance in fast corners, race simulations in the pack, and
evaluation of tire wear and behavior on long stretches.
The focus wasn't just on pure speed, but mainly on
consistency and race reading — decisive elements in races held on short ovals.
Competitive Landscape
The tests made it clear that Penske is starting strong, but
not alone. ECR demonstrated the ability to directly fight for victory, while
other teams worked more discreetly, prioritizing data collection.
As is common in collective sessions, times don't tell the
whole story. Some teams kept their cards close to their chest, while others
sought maximum performance to validate certain specific details.
What to expect from the race?
Based on what was seen on the track, the scenario points to
a strong contender from Penske, ECR as a possible protagonist, and a race
fought in a pack, with strategy being a determining factor.
The two days of testing served to reignite the competition
in Phoenix and offer a preview of what's to come. If the practice sessions
serve as a simulation, the Arizona round has everything to be marked by balance
and strategic decisions in the final moments.
Now, it remains to be seen who will translate test
performance into an official result when the lights go out for real at Phoenix
Raceway.
Por: Ana Elisa
@ana_arquiteturaevelocidade
Tradução: Autoral
Informações/dados: Indycar

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