Dreyer & Reinbold Racing confirma retorno em tempo integral à IndyCar em 2027 após aquisição de charter da RLL

 

Dreyer & Reinbold Racing confirma retorno em tempo integral à IndyCar em 2027 após aquisição de charter da RLL

Equipe voltará a disputar toda a temporada da NTT IndyCar Series pela primeira vez desde 2012 e já planeja estrutura para a nova era técnica de 2028

A Dreyer & Reinbold Racing (DRR) está oficialmente preparando seu retorno à temporada completa da NTT IndyCar Series em 2027. A equipe confirmou a aquisição de um charter da Rahal Letterman Lanigan Racing (RLL), movimento que abre caminho para uma nova fase na história da organização e marca sua volta à disputa em tempo integral pela primeira vez desde 2012.

O anúncio foi acompanhado por uma coletiva de imprensa com a participação de Derek Reinbold, CEO da equipe; Brett DeBoer, presidente e Chief Commercial Officer (CCO); e Chase Selman, chefe de equipe e Chief Operations Officer (COO).

Mais do que uma mudança esportiva, o retorno representa a concretização de um projeto que vinha sendo construído há anos por Dennis Reinbold, que faleceu recentemente. A decisão, portanto, carrega também um forte significado emocional para a família e para todos que fazem parte da equipe.

Um sonho construído por gerações

Durante a coletiva, Derek Reinbold destacou que o retorno em tempo integral era uma ambição pessoal de seu pai e um objetivo que vinha sendo discutido entre os dois até pouco antes de Dennis ser hospitalizado.

Segundo Derek, o momento é marcado por sentimentos contraditórios. Ao mesmo tempo em que a família celebra a concretização de um projeto tão importante, existe a ausência de Dennis, que não poderá acompanhar pessoalmente a nova fase da equipe.

"Meu pai passou anos trabalhando para este momento. Ele acreditava que esta equipe pertencia à IndyCar em tempo integral e nunca parou de construir em direção a essa meta", afirmou Derek.

O executivo também ressaltou a ligação histórica da família com o automobilismo em Indianapolis. O nome Dreyer está associado ao Indianapolis Motor Speedway há quase um século, enquanto a Dreyer & Reinbold Racing mantém presença constante nas 500 Milhas de Indianápolis desde 2000.

A partir de 2027, entretanto, essa história ganhará uma nova dimensão. Em vez de concentrar sua operação principalmente na tradicional corrida de maio, a DRR passará a enfrentar o calendário completo da IndyCar, competindo em circuitos ovais, mistos e de rua ao longo de toda a temporada.

Para Derek, essa mudança representa a oportunidade de levar a identidade da equipe para todos os finais de semana do campeonato.

"Racing at Indy is just who we are. Starting in 2027, I'm excited that we get to live that every race weekend, not just in May", destacou.

Uma negociação construída com a RLL

Brett DeBoer explicou que a aquisição do charter foi resultado de um processo que vinha sendo desenvolvido há algum tempo. A equipe trabalhava nos últimos dois anos na busca por uma oportunidade que permitisse ampliar suas operações e retornar ao campeonato em tempo integral.

As conversas com a Rahal Letterman Lanigan Racing ganharam força em meados de junho e evoluíram rapidamente até a conclusão do acordo.

DeBoer fez questão de agradecer a Bobby Rahal, Mike Lanigan e Dave Grace, destacando que a negociação foi baseada em respeito mútuo e na busca por um encaixe adequado entre as duas organizações.

Para a DRR, a aquisição não foi tratada apenas como uma transação comercial. A equipe considera fundamental garantir que o charter esteja nas mãos de uma organização com experiência operacional e capacidade para competir na categoria.

A negociação também representa o primeiro movimento desse tipo dentro do novo sistema de charters da IndyCar, tornando o acordo um marco importante para a atual configuração do campeonato.

O desafio de deixar para trás o modelo focado na Indy 500

Embora a DRR tenha conquistado reconhecimento por sua competitividade nas 500 Milhas de Indianápolis, disputar uma temporada completa exige uma estrutura completamente diferente.

A equipe terá agora de desenvolver uma operação capaz de atuar de maneira competitiva em aproximadamente 16 ou 17 corridas além da tradicional prova no Indianapolis Motor Speedway.

DeBoer reconheceu que a organização possui pontos a desenvolver, especialmente em áreas como circuitos mistos e de rua, amortecedores, testes e desenvolvimento do carro.

"Fomos competitivos em Indianapolis, mas agora temos outras 16 ou 17 corridas onde precisamos ser igualmente competitivos", explicou.

O objetivo, portanto, será transformar uma estrutura historicamente concentrada no maior evento do calendário em uma operação capaz de trabalhar durante os 365 dias do ano.

Essa mudança também terá impacto direto no modelo comercial da equipe. Segundo DeBoer, a DRR enfrentava anteriormente uma espécie de "teto de vidro" comercial, já que a maior parte do inventário disponível para patrocinadores estava concentrada em apenas uma corrida.

Com uma temporada completa, a equipe poderá oferecer programas de patrocínio mais amplos, estratégicos e de longo prazo.

A DRR também conta com parceiros comerciais de longa data, alguns deles envolvidos com a equipe há cerca de 15 anos. A expectativa é ampliar essas relações e atrair novos investidores e patrocinadores a partir da expansão do programa.

2027 será um ano de aprendizado antes da nova era

Um dos grandes desafios da DRR será o momento escolhido para seu retorno. A temporada de 2027 será o último ano da atual era do chassi DW12, antes da introdução da nova geração de carros prevista para 2028.

Isso significa que a equipe terá apenas uma temporada para recuperar terreno em relação às organizações que disputam o campeonato em tempo integral há anos e, ao mesmo tempo, preparar sua estrutura para uma mudança técnica significativa.

A equipe reconhece que o cenário será desafiador, mas também enxerga uma oportunidade.

O objetivo é utilizar 2027 como um ano de adaptação e aprendizado, ampliando a experiência da organização em todas as pistas do calendário e desenvolvendo uma estrutura que esteja preparada para o novo ciclo técnico de 2028.

Chase Selman destacou que o trabalho de preparação já começou. A equipe está avaliando novas contratações, fornecedores, parceiros técnicos e toda a infraestrutura necessária para competir durante uma temporada completa.

O programa de testes será uma das prioridades.

Com os limites impostos pelo regulamento da IndyCar, cada dia de pista terá de ser aproveitado da melhor maneira possível. Por isso, a escolha do piloto também será considerada estratégica para maximizar o aprendizado durante a temporada de estreia em tempo integral.

"Para tirarmos o atraso, precisamos tomar decisões inteligentes dentro dos limites de testes impostos pela categoria", afirmou Selman.

A equipe também terá de definir como irá desenvolver seu pacote para circuitos mistos e de rua, uma área na qual a DRR admite que precisa recuperar experiência antes do início de 2027.

Piloto ainda não foi definido

Apesar do anúncio do retorno em tempo integral, a DRR ainda não confirmou quem será o piloto responsável pelo carro na temporada de 2027.

Chase Selman afirmou que a equipe está avaliando todas as opções disponíveis no mercado e que o processo será conduzido considerando não apenas a capacidade do piloto, mas também sua contribuição para o desenvolvimento da organização.

A mudança de foco é significativa. Se a Indy 500 continuará sendo uma prioridade absoluta para a equipe, agora o piloto precisará contribuir para um projeto de campeonato completo.

A DRR pretende encontrar um competidor que possa ajudar a equipe a acelerar sua curva de aprendizado em 2027 e, ao mesmo tempo, contribuir para a construção do programa de longo prazo que será consolidado a partir da chegada do novo carro em 2028.

A expectativa é que o processo de avaliação avance nas próximas semanas.

Segundo charter e dois carros na Indy 500 ainda estão em aberto

A possibilidade de a DRR adquirir um segundo charter no futuro também foi abordada durante a coletiva.

Brett DeBoer afirmou que a equipe está aberta à possibilidade de ampliar sua operação, mas deixou claro que o foco imediato está em garantir que o primeiro carro seja competitivo e sustentável.

A organização não pretende crescer simplesmente por crescer. A expansão deverá acontecer somente quando houver condições para oferecer uma estrutura competitiva.

"Queremos ser uma equipe de múltiplos carros no futuro, mas precisa ser a oportunidade e o encaixe certos. Não vamos adicionar carros se não pudermos fazer do jeito certo", explicou DeBoer.

Outro ponto ainda indefinido é o fabricante de motores que será utilizado pela equipe em 2027. A DRR confirmou que mantém conversas com os fornecedores, mas ainda não está pronta para anunciar se competirá com unidades Chevrolet ou Honda.

A tradicional participação com dois carros nas 500 Milhas de Indianápolis também continua sendo uma possibilidade.

A equipe considera sua competitividade no Indianapolis Motor Speedway um dos seus principais ativos e gostaria de manter uma operação com dois carros na prova de 2027. No entanto, a decisão ainda depende de negociações e da definição do projeto esportivo e comercial para o próximo ano.

Oportunidade para a DRR e para a própria IndyCar

O retorno da Dreyer & Reinbold Racing em tempo integral acontece em um momento de transformação para a IndyCar.

A aquisição do charter da RLL demonstra que existe espaço para organizações com experiência na categoria ampliarem suas operações e retornarem ao campeonato completo.

Para a DRR, o movimento também reforça a importância do legado construído ao longo das últimas décadas.

A equipe surgiu a partir de uma história familiar profundamente ligada às 500 Milhas de Indianápolis e, durante anos, transformou sua participação na prova em uma das principais marcas de sua identidade.

Agora, o desafio será transportar essa competitividade para todo o calendário.

A temporada de 2027 será, portanto, um período de reconstrução e adaptação. A equipe terá de desenvolver novos processos, ampliar sua estrutura, contratar profissionais, fortalecer seus parceiros comerciais e técnicos e recuperar experiência em circuitos nos quais não atua regularmente.

Ao mesmo tempo, terá a oportunidade de utilizar esse período para se preparar para uma nova era técnica em 2028.

Um novo capítulo para a família Reinbold

Ao encerrar a coletiva, Derek Reinbold voltou a destacar o significado pessoal do projeto e o trabalho realizado por seu pai.

Para a família, o retorno em tempo integral representa a continuidade de uma história iniciada há décadas e que agora entra em uma nova fase.

A DRR não esconde que o objetivo é ambicioso: competir pela vitória nas 500 Milhas de Indianápolis, conquistar triunfos ao longo do calendário e, no futuro, lutar por campeonatos.

O caminho, no entanto, começará em 2027, com um ano de aprendizado e reconstrução.

A equipe sabe que terá uma batalha difícil pela frente, mas acredita que o legado deixado por Dennis Reinbold, combinado à experiência de sua estrutura atual e ao novo modelo de operação, pode criar as bases para um programa sustentável.

Mais do que o retorno de uma equipe tradicional ao grid completo, 2027 marcará a continuidade de um projeto familiar que atravessa gerações.

Depois de mais de uma década longe de uma temporada completa, a Dreyer & Reinbold Racing está pronta para voltar a viver a IndyCar não apenas durante o mês de maio, mas durante todo o campeonato.

Dreyer & Reinbold Racing Confirms Full-Time IndyCar Return in 2027 After Acquiring RLL Charter

Team will return to full-season NTT IndyCar Series competition for the first time since 2012 and is already preparing for the new technical era beginning in 2028

Dreyer & Reinbold Racing (DRR) is officially preparing to return to full-time competition in the NTT IndyCar Series in 2027. The team confirmed the acquisition of a charter from Rahal Letterman Lanigan Racing (RLL), opening a new chapter in its history and marking its return to a full-season IndyCar campaign for the first time since 2012.

The announcement was discussed during a press conference featuring Derek Reinbold, the team's CEO; Brett DeBoer, President and Chief Commercial Officer (CCO); and Chase Selman, Team Principal and Chief Operations Officer (COO).

Beyond the sporting implications, the return carries a strong emotional meaning for the organization and the Reinbold family. The project had been a long-term ambition of Dennis Reinbold, who recently passed away. The team's move back to full-time competition therefore represents not only a major sporting milestone but also the completion of a vision that Dennis had worked toward for years.

A dream built across generations

During the press conference, Derek Reinbold explained that returning to full-time IndyCar competition had been one of his father's biggest ambitions and a goal they had continued discussing until shortly before Dennis was hospitalized.

For Derek, the moment is filled with mixed emotions. While the family is celebrating the completion of such an important project, Dennis is not there to personally witness the team's next chapter.

"My dad spent years working toward this moment. He believed this team belonged in the IndyCar Series full-time and never stopped building toward that goal," Derek said.

The team CEO also emphasized the family's long-standing connection to Indianapolis. The Dreyer name has been associated with Indianapolis Motor Speedway for nearly a century, while Dreyer & Reinbold Racing has fielded entries in every Indianapolis 500 since 2000.

Starting in 2027, however, that history will enter a new phase. Instead of focusing primarily on the traditional month of May, DRR will compete throughout the entire IndyCar calendar, racing on superspeedways, road courses and street circuits.

For Derek, the change represents an opportunity to take the team's identity to every race weekend of the championship.

"Racing at Indy is just who we are. Starting in 2027, I'm excited that we get to live that every race weekend, not just in May," he said.

A deal built with Rahal Letterman Lanigan Racing

Brett DeBoer explained that the charter acquisition was the result of a process that had been developing for some time. The team had spent the past two years looking for the right opportunity to expand its operations and return to full-time competition.

Discussions with Rahal Letterman Lanigan Racing gained momentum in mid-June and quickly developed into a completed agreement.

DeBoer thanked Bobby Rahal, Mike Lanigan and Dave Grace, emphasizing that the negotiations were based on mutual respect and finding the right fit between the two organizations.

For DRR, the acquisition was not simply a commercial transaction. The team believes it is essential for the charter to be operated by an organization with the experience and capabilities required to compete at the highest level of IndyCar.

The agreement is also significant for the championship itself, representing the first charter sale under IndyCar's current charter system.

Moving beyond a program centered around the Indianapolis 500

Although DRR has earned a reputation for competitiveness at the Indianapolis 500, competing in a full championship requires an entirely different operational structure.

The team will now have to develop an organization capable of competing competitively across approximately 16 or 17 races beyond its traditional focus at Indianapolis Motor Speedway.

DeBoer acknowledged that the organization has areas that need improvement, particularly on road and street courses, as well as in damper development, testing and overall vehicle development.

"We've been competitive at IMS, but now we have 16 or 17 other races where we need to be equally competitive," he explained.

The goal is therefore to transform a team historically focused on one major event into a full-time organization capable of operating throughout the entire year.

The expansion will also have a major impact on DRR's commercial model. According to DeBoer, the team previously faced a "glass ceiling" because much of its sponsorship inventory was concentrated around a single race.

With a full-season program, the team will be able to offer broader, more strategic and longer-term commercial partnerships.

DRR also has a strong base of long-standing sponsors, with some commercial partners having worked with the organization for approximately 15 years. The team now hopes to strengthen those relationships while attracting new partners and investors as the program expands.

2027 will be a learning year before the new technical era

One of the biggest challenges facing DRR is the timing of its return. The 2027 season will be the final year of the current DW12 chassis era, before IndyCar introduces a new generation of cars in 2028.

That means the team will have just one season to close the gap to organizations that have competed full-time for years while simultaneously preparing for a major technical transition.

DRR recognizes that the challenge will be significant, but the team also sees an opportunity.

The plan is to use 2027 as a year of adaptation and learning, expanding its experience across the entire calendar while developing an operational structure ready for the next technical cycle beginning in 2028.

Chase Selman emphasized that preparations are already underway. The team is evaluating potential hires, suppliers, technical partners and the infrastructure required to compete throughout a full IndyCar season.

Testing will be one of the team's key priorities.

With IndyCar regulations limiting the number of available test days, every opportunity to run on track will have to be used efficiently. As a result, the choice of driver will also play a strategic role in maximizing the team's learning curve during its first full-time season.

The team will also need to develop its road and street course package, an area where DRR acknowledges it must catch up before the start of the 2027 campaign.

"To catch up, we need to make smart decisions within the series' testing regulations," Selman said.

Driver lineup remains undecided

Despite confirming its return to full-time competition, DRR has yet to announce its driver for the 2027 season.

Chase Selman said the team is evaluating all available options and that the process will consider not only a driver's performance but also their ability to contribute to the organization's development.

The change in focus is significant. While the Indianapolis 500 will remain an absolute priority, the driver will now need to contribute to a full championship program.

DRR is looking for a driver who can help accelerate the team's learning curve in 2027 while also contributing to the long-term project that will take shape with the arrival of the new car in 2028.

The evaluation process is expected to continue over the coming weeks.

Second charter and two-car Indy 500 effort remain possible

The possibility of DRR acquiring a second charter in the future was also discussed during the press conference.

Brett DeBoer said the team remains open to expanding its operation but made it clear that the immediate priority is ensuring that its first car is competitive and sustainable.

The organization does not intend to expand simply for the sake of adding more cars. Any growth will only happen when the team believes it can provide a competitive structure.

"We do want to be a multi-car effort in the future, but it has to present the right opportunity and fit. We will not expand if we can't do it the right way," DeBoer explained.

Another decision still to be made is the team's engine manufacturer for 2027. DRR confirmed that it has held discussions with potential OEM partners but is not yet ready to announce whether it will compete with Chevrolet or Honda power.

The team's traditional two-car presence at the Indianapolis 500 also remains a possibility.

DRR considers its competitiveness at Indianapolis Motor Speedway one of its greatest assets and would like to maintain a two-car effort for the 2027 Indy 500. However, the decision will depend on further discussions and the final structure of the team's sporting and commercial program.

An opportunity for DRR and for IndyCar

Dreyer & Reinbold Racing's return to full-time competition comes at a significant moment for the IndyCar Series.

The acquisition of the RLL charter demonstrates that there is an opportunity for experienced organizations to expand their operations and return to the full championship.

For DRR, the move also reinforces the importance of the legacy built over several decades.

The team emerged from a family history deeply connected to the Indianapolis 500 and, for years, made its participation in the race one of the defining elements of its identity.

Now, the challenge will be to transfer that competitiveness to the entire calendar.

The 2027 season will therefore be a period of rebuilding and adaptation. The team will need to develop new processes, expand its infrastructure, recruit personnel, strengthen its technical and commercial partnerships and regain experience at circuits where it has not competed regularly.

At the same time, DRR will have the opportunity to use the season to prepare for a new technical era in 2028.

A new chapter for the Reinbold family

As the press conference came to an end, Derek Reinbold once again emphasized the personal importance of the project and the work his father had done to make it possible.

For the family, the return to full-time competition represents the continuation of a story that began decades ago and is now entering a new phase.

DRR has made no secret of its ambitions: to fight for victory at the Indianapolis 500, win races throughout the season and, eventually, compete for championships.

The journey, however, begins in 2027 with a year focused on learning and rebuilding.

The team knows it faces a difficult challenge, but believes that Dennis Reinbold's legacy, combined with the experience of its current organization and its new full-time operating model, can create the foundations for a sustainable program.

More than simply marking the return of a traditional team to the full IndyCar grid, the 2027 season will represent the continuation of a family project that has crossed generations.

After more than a decade away from a full championship campaign, Dreyer & Reinbold Racing is ready to experience IndyCar not only during the month of May, but throughout the entire season.

Informações por: Coletiva de imprensa Indycar
Tradução: Autoral 

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