Fórmula E: Londres encerra a temporada com o título de Wehrlein, despedidas e o fim da era GEN3

 


Fórmula E: Londres encerra a temporada com o título de Wehrlein, despedidas e o fim da era GEN3

A Fórmula E encerrou a temporada 2025/26 em Londres em grande estilo. A rodada decisiva reuniu praticamente todos os elementos que marcaram a categoria nos últimos anos: uma disputa pelo título definida apenas na última corrida, estratégias decisivas, mudanças constantes na classificação, despedidas importantes e o encerramento de uma era tecnológica.

O London E-Prix foi disputado em duas corridas e manteve a disputa pelo campeonato de pilotos aberta até os momentos finais. Pascal Wehrlein chegou à rodada decisiva na briga direta com Jake Dennis e Mitch Evans, enquanto Jaguar e Porsche também lutavam pelo título de equipes.

No fim, Wehrlein deixou Londres como bicampeão mundial, a Jaguar conquistou o Campeonato Mundial de Equipes e Taylor Barnard venceu a última corrida da temporada. Ao mesmo tempo, a Fórmula E se despediu da geração GEN3 e do tradicional circuito do ExCeL London.

Londres recebeu uma decisão de campeonato completamente aberta

A temporada chegou à última rodada com uma das disputas mais equilibradas dos últimos anos.

Jake Dennis, Mitch Evans e Pascal Wehrlein eram os principais candidatos ao título, enquanto outros pilotos ainda mantinham possibilidades matemáticas antes das duas corridas londrinas. Cada ponto, portanto, poderia mudar completamente o cenário do campeonato.

A disputa não se limitava ao título de pilotos. Jaguar e Porsche também estavam envolvidas na batalha pelo Campeonato Mundial de Equipes. A Porsche, porém, já havia garantido o título de fabricantes antes da chegada a Londres.

O fim de semana, dessa forma, apresentava diferentes frentes de disputa. Para completar o cenário, Londres também marcava a despedida do ExCeL London do calendário da Fórmula E e a última etapa da geração GEN3.

Corrida 1: Wehrlein assume o controle da disputa

A primeira corrida do fim de semana começou com Pascal Wehrlein na pole position, ao lado de Nico Müller, formando uma primeira fila totalmente ocupada pela Porsche.

Jake Dennis largou em quinto, enquanto Mitch Evans iniciou a prova da terceira posição.

Wehrlein conseguiu controlar o ritmo desde as primeiras voltas e construiu uma vantagem importante sobre os adversários. Como de costume na Fórmula E, entretanto, a estratégia seria tão importante quanto a velocidade.

Uma neutralização provocada pelo abandono de Lucas di Grassi criou uma oportunidade para Wehrlein realizar seu PIT BOOST em uma janela favorável. O piloto da Porsche aproveitou a situação e conseguiu permanecer na liderança.

Dennis também teve uma atuação consistente. O piloto da Andretti avançou durante a prova e terminou na segunda posição, enquanto António Félix da Costa completou o pódio pela Jaguar.

A vitória colocou Wehrlein com 169 pontos e o levou à liderança do campeonato, cinco pontos à frente de Dennis. Mitch Evans terminou a corrida em terceiro na classificação geral, com 148 pontos.

A decisão, portanto, ficava para domingo.

Corrida 2: o caos toma conta da decisão

Se o sábado foi marcado pelo controle e pela estratégia, o domingo mostrou o lado mais imprevisível da Fórmula E.

Nyck de Vries e Edoardo Mortara colocaram a Mahindra na primeira fila, enquanto Pascal Wehrlein conseguiu largar na segunda fila.

Jake Dennis, por outro lado, teve uma classificação complicada e precisou iniciar a prova apenas da 16ª posição.

Mitch Evans largou em quinto e sabia que precisava de uma grande corrida para manter vivas as chances de conquistar seu primeiro título mundial.

A corrida rapidamente se transformou em um jogo de posições. Durante a prova, a liderança do campeonato mudou de mãos diversas vezes.

Wehrlein perdeu posições e chegou a ficar fora da zona de pontuação. Dennis, avançando pelo pelotão, voltou a aparecer entre os candidatos ao título. Por alguns momentos, o campeonato parecia novamente pender para o piloto da Andretti.

Mas o cenário mudaria completamente nas voltas finais.

O incidente que mudou o campeonato

Jake Dennis conseguiu entrar na zona de pontuação enquanto Wehrlein permanecia fora dos pontos. A situação colocava novamente pressão sobre o piloto da Porsche.

Entretanto, um incidente envolvendo Joel Eriksson, Dennis e Wehrlein alterou completamente o panorama.

Dennis abandonou, enquanto Wehrlein também ficou fora da zona de pontuação. A partir daquele momento, Mitch Evans precisava vencer a corrida para conquistar o campeonato.

O piloto da Jaguar estava em quarto lugar e precisava transformar sua posição em vitória. Apesar de uma forte atuação, Evans não conseguiu chegar ao primeiro lugar.

Com isso, Wehrlein manteve a vantagem construída no sábado e conquistou o Campeonato Mundial mesmo sem marcar pontos na última corrida.

Pascal Wehrlein é bicampeão mundial

Pascal Wehrlein terminou Londres como campeão da temporada 2025/26.

O alemão conquistou seu segundo título mundial da Fórmula E, repetindo a conquista de 2024. Com isso, tornou-se o segundo piloto da história da categoria a conquistar dois campeonatos, depois de Jean-Éric Vergne.

O título também ganha importância por encerrar a era GEN3 com o mesmo piloto que havia conquistado o primeiro campeonato da Porsche nessa geração.

A campanha de Wehrlein foi marcada principalmente pela consistência. Londres resumiu perfeitamente essa característica.

No sábado, ele venceu quando precisava. No domingo, sobreviveu a uma corrida extremamente complicada. Não era necessário vencer a última prova — era necessário terminar o campeonato com pontos suficientes para preservar a vantagem.

Foi exatamente o que aconteceu.

Mitch Evans encerra sua história na Jaguar com um título de equipes

Mitch Evans chegou a Londres carregando uma das histórias mais importantes do fim de semana.

Depois de dez anos defendendo a Jaguar, o piloto neozelandês disputava sua última etapa pela equipe. O título mundial de pilotos era o grande objetivo, mas a conquista acabou escapando novamente.

Evans terminou a segunda corrida na quarta posição, resultado insuficiente para superar Wehrlein na classificação geral.

Por outro lado, o piloto teve participação fundamental na conquista do Campeonato Mundial de Equipes pela Jaguar.

Sua última corrida pela equipe terminou, portanto, com um título mundial coletivo. É uma despedida simbólica para um piloto que se tornou um dos principais nomes da história da Jaguar na Fórmula E.

Jaguar conquista o Campeonato Mundial de Equipes

Enquanto Porsche e Wehrlein comemoravam o título de pilotos, a Jaguar tinha outro motivo para celebrar.

A equipe conquistou o Campeonato Mundial de Equipes da temporada 2025/26.

O resultado foi especialmente importante porque a Jaguar não conseguiu colocar seu principal candidato, Mitch Evans, no topo da classificação de pilotos. A consistência de seus dois carros, entretanto, garantiu os pontos necessários para superar a concorrência.

António Félix da Costa também desempenhou um papel importante durante a decisão, especialmente ao contribuir estrategicamente para o resultado da equipe.

Dessa maneira, a Jaguar encerra sua parceria com Mitch Evans com um título mundial.

Porsche termina a era GEN3 com o título de fabricantes

A Porsche chegou a Londres com uma conquista já assegurada.

A fabricante alemã havia confirmado o Campeonato Mundial de Fabricantes antes da rodada final. A equipe ainda estava envolvida na disputa pelo Mundial de Equipes e, principalmente, pelo título de pilotos com Pascal Wehrlein.

No final, conseguiu conquistar o campeonato individual, mas perdeu o título de equipes para a Jaguar.

Mesmo assim, a temporada representa um resultado expressivo para a Porsche, que encerra a era GEN3 como uma das principais forças da Fórmula E.

Taylor Barnard vence a última corrida da temporada

Enquanto Wehrlein, Dennis e Evans concentravam as atenções na disputa pelo campeonato, Taylor Barnard escreveu seu próprio capítulo na história da categoria.

O piloto da DS PENSKE venceu a segunda corrida em Londres e conquistou sua primeira vitória na Fórmula E.

Barnard superou os pilotos da Mahindra nas voltas finais e terminou à frente de Nyck de Vries e Edoardo Mortara.

Além da primeira vitória, o resultado colocou Barnard nos livros de história como o mais jovem vencedor de uma corrida da Fórmula E.

A conquista ganhou ainda mais significado por acontecer justamente na última corrida da era GEN3.

A Fórmula E, portanto, encerrou uma geração de carros apresentando um novo nome ao topo do pódio.

Mahindra termina Londres no pódio

A Mahindra foi uma das grandes surpresas do fim de semana.

Nyck de Vries e Edoardo Mortara colocaram a equipe na primeira fila da última corrida e conseguiram transformar o forte desempenho da classificação em um duplo pódio.

De Vries terminou em segundo, enquanto Mortara ficou com a terceira posição.

O resultado representou uma das melhores atuações da Mahindra na temporada e garantiu à equipe a terceira posição no campeonato de equipes.

Para uma estrutura que vinha trabalhando para recuperar competitividade, o desempenho em Londres representa um importante sinal para o futuro.

Lucas di Grassi: o fim de uma trajetória histórica

Londres também marcou uma despedida especial para o automobilismo brasileiro.

Lucas di Grassi encerrou sua carreira profissional no automobilismo após construir uma trajetória histórica na Fórmula E.

O brasileiro esteve entre os protagonistas da categoria desde sua criação e participou da primeira temporada. Di Grassi também venceu a primeira corrida da história da Fórmula E, em Pequim, e conquistou o campeonato mundial na temporada 2016/17.

Sua despedida aconteceu justamente durante a transição entre duas gerações da categoria.

Assim como a GEN3 chega ao fim, também termina a trajetória de um dos pilotos que ajudaram a construir a identidade da Fórmula E desde seus primeiros anos.

O fim da era GEN3

Mais do que uma decisão de campeonato, Londres foi uma despedida.

A geração GEN3 chegou ao fim depois de quatro temporadas. Os carros representaram uma evolução importante para a Fórmula E, trazendo mais desempenho, maior eficiência e novas possibilidades estratégicas.

Durante esse período, a categoria apresentou corridas extremamente disputadas, diferentes vencedores e campeonatos decididos em cenários dramáticos.

A última corrida da geração não poderia ser diferente.

Um piloto venceu pela primeira vez. Outro conquistou o campeonato sem pontuar na prova final. O vice-campeão abandonou. A Jaguar conquistou o título de equipes. E a Porsche ficou com o campeonato de fabricantes.

Foi um encerramento à altura da própria GEN3.

Adeus ao ExCeL London

Londres também deixa de fazer parte do calendário da Fórmula E no formato conhecido nos últimos anos.

O ExCeL London tornou-se uma das marcas registradas da categoria. O circuito combinava áreas internas e externas do centro de exposições e apresentava uma configuração completamente diferente das demais pistas do campeonato.

Agora, a Fórmula E seguirá para uma nova casa no Reino Unido.

O futuro do campeonato britânico estará em Brands Hatch. A mudança representa mais uma etapa da transformação da categoria para a era GEN4.

A Fórmula E entra em uma nova fase

Com o fim da GEN3, a Fórmula E se prepara para uma nova geração tecnológica.

A GEN4 será o próximo grande capítulo da categoria. Os novos carros prometem mais desempenho, maior velocidade e novas possibilidades técnicas, enquanto a Fórmula E busca continuar avançando em sua proposta de competição elétrica de alto nível.

A mudança também representa uma renovação para o grid.

Pilotos, equipes e fabricantes terão novamente de se adaptar a um novo conjunto de características técnicas. Como consequência, a hierarquia construída durante a GEN3 pode ser completamente modificada.

É justamente essa possibilidade que torna a chegada da GEN4 tão interessante.

Londres encerra uma era

O London E-Prix foi muito mais do que uma etapa dupla.

Foi uma decisão de campeonato, uma despedida e uma passagem de bastão.

Pascal Wehrlein saiu de Londres como bicampeão mundial.

A Jaguar conquistou o Campeonato Mundial de Equipes.

A Porsche ficou com o título de fabricantes.

Taylor Barnard venceu sua primeira corrida.

Mitch Evans encerrou sua passagem pela Jaguar com um título coletivo.

Lucas di Grassi encerrou sua carreira.

E a GEN3 realizou sua última corrida.

A temporada 2025/26 termina, portanto, exatamente no ponto em que a Fórmula E gosta de estar: imprevisível, estratégica e competitiva até a última volta.

Agora, a categoria vira a página.

A GEN3 fica para trás. O ExCeL London também.

Uma nova geração de carros está chegando.

E, com ela, começa uma nova era da Fórmula E.


Formula E: London Ends the Season with Wehrlein’s Title, Farewells and the End of the GEN3 Era

Formula E brought its 2025/26 season to a dramatic conclusion in London. The decisive weekend brought together almost every element that has defined the championship in recent years: a title fight settled in the final race, decisive strategy calls, constant changes in the standings, major farewells and the end of an important technological era.

The London E-Prix featured two races, with the drivers’ championship remaining undecided until the final moments. Pascal Wehrlein arrived at the decisive round in a direct fight with Jake Dennis and Mitch Evans, while Jaguar and Porsche were also battling for the Teams’ Championship.

In the end, Wehrlein left London as a two-time world champion, Jaguar secured the Teams’ Championship and Taylor Barnard won the final race of the season. At the same time, Formula E said goodbye to the GEN3 era and to the iconic ExCeL London circuit.

London Hosted a Completely Open Championship Decider

The season reached its final round with one of the closest championship battles in recent years.

Jake Dennis, Mitch Evans and Pascal Wehrlein were the leading title contenders, while other drivers still had mathematical chances heading into the two London races. Every point could therefore have a major impact on the championship.

The battle was not limited to the drivers’ title. Jaguar and Porsche were also fighting for the Teams’ Championship, while Porsche had already secured the Manufacturers’ Championship before arriving in London.

The weekend therefore featured several different championship battles. Adding to the significance of the event, London also marked the final appearance of ExCeL London on the Formula E calendar and the last round of the GEN3 era.

Race 1: Wehrlein Takes Control of the Championship

The first race of the weekend began with Pascal Wehrlein on pole position alongside Nico Müller, giving Porsche a front row lockout.

Jake Dennis started fifth, while Mitch Evans lined up third.

Wehrlein quickly established control of the race and built a significant advantage over his rivals. As is often the case in Formula E, however, strategy would prove just as important as outright pace.

A neutralization caused by Lucas di Grassi’s retirement created a favorable window for Wehrlein to complete his PIT BOOST. The Porsche driver took advantage of the opportunity and managed to retain the lead.

Dennis also produced a strong performance. The Andretti driver moved forward through the field and finished second, while António Félix da Costa completed the podium for Jaguar.

The victory moved Wehrlein to 169 points and put him at the top of the championship standings, five points ahead of Dennis. Mitch Evans remained third in the championship with 148 points.

The title fight would therefore be decided on Sunday.

Race 2: Chaos Takes Over the Championship Decider

If Saturday was defined by control and strategy, Sunday showed Formula E at its most unpredictable.

Nyck de Vries and Edoardo Mortara placed Mahindra on the front row for the final race, while Pascal Wehrlein qualified on the second row.

Jake Dennis, however, endured a difficult qualifying session and had to start from 16th.

Mitch Evans began fifth and knew he needed a major result to keep his hopes of winning his first world championship alive.

The race quickly became a battle of positions. Throughout the event, the championship lead changed hands several times.

Wehrlein lost positions and at one point dropped outside the points. Dennis moved through the field and returned to the title picture. For a while, the championship appeared to be shifting back toward the Andretti driver.

But everything changed in the closing laps.

The Incident That Changed Everything

Jake Dennis managed to move into the points while Wehrlein remained outside the scoring positions. The situation once again placed pressure on the Porsche driver.

However, an incident involving Joel Eriksson, Dennis and Wehrlein completely changed the championship picture.

Dennis retired from the race, while Wehrlein also remained outside the points.

From that moment, Mitch Evans needed to win the race to become champion.

The Jaguar driver was running fourth and needed to turn that position into a victory. Despite a strong performance, Evans could not reach the lead.

As a result, Wehrlein retained the advantage he had built on Saturday and secured the world championship without scoring a point in the final race.

Pascal Wehrlein Becomes a Two-Time World Champion

Pascal Wehrlein finished the London weekend as the 2025/26 Formula E world champion.

The German secured his second Formula E world title, following his previous championship success in 2024.

With the achievement, Wehrlein became only the second driver in Formula E history to win two world championships, joining Jean-Éric Vergne.

The title also carries additional significance because Wehrlein closes the GEN3 era as the same driver who secured Porsche’s first championship in this generation.

Consistency was one of the defining characteristics of Wehrlein’s campaign.

London illustrated that perfectly.

He won when he needed to on Saturday and then survived an extremely difficult race on Sunday. He did not need to win the final race. He simply needed to finish the championship with enough points to protect his advantage.

That was exactly what he achieved.

Mitch Evans Ends His Jaguar Story with a Teams’ Title

Mitch Evans arrived in London carrying one of the most significant stories of the weekend.

After ten years with Jaguar, the New Zealander was competing in his final event for the team. The drivers’ championship was the main objective, but the title once again slipped away.

Evans finished the second race fourth, which was not enough to overcome Wehrlein in the championship standings.

However, he played an important role in Jaguar’s Teams’ Championship success.

His final race for the team therefore ended with a world title — this time a collective one.

It was a symbolic farewell for a driver who became one of the most important figures in Jaguar’s Formula E history.

Jaguar Secures the Teams’ Championship

While Porsche and Wehrlein celebrated the drivers’ title, Jaguar had another reason to celebrate.

The team secured the 2025/26 Teams’ Championship.

The achievement was particularly significant because Jaguar was unable to put its leading title contender, Mitch Evans, at the top of the drivers’ standings.

The consistency of both cars, however, provided the points needed to beat the opposition.

António Félix da Costa also played an important role during the title decider, particularly through his strategic contribution to the team’s overall result.

Jaguar therefore ends its partnership with Mitch Evans with a world championship.

Porsche Ends the GEN3 Era with the Manufacturers’ Title

Porsche arrived in London having already secured one championship.

The German manufacturer had clinched the Manufacturers’ Championship before the final round.

The team was still involved in the Teams’ Championship battle and, most importantly, in the drivers’ title fight with Pascal Wehrlein.

In the end, Porsche secured the individual championship but lost the Teams’ title to Jaguar.

Even so, the season represents a major achievement for Porsche, which closes the GEN3 era as one of Formula E’s leading forces.

Taylor Barnard Wins the Final Race of the Season

While Wehrlein, Dennis and Evans dominated the championship headlines, Taylor Barnard wrote his own chapter in Formula E history.

The DS PENSKE driver won the second race in London to claim his first Formula E victory.

Barnard overtook the Mahindra drivers in the closing stages and finished ahead of Nyck de Vries and Edoardo Mortara.

Beyond securing his maiden victory, the result also made Barnard the youngest race winner in Formula E history.

The achievement carried even greater significance because it came in the final race of the GEN3 era.

Formula E therefore closed one generation of cars by introducing a new name to the top step of the podium.

Mahindra Ends London on the Podium

Mahindra was one of the biggest surprises of the London weekend.

Nyck de Vries and Edoardo Mortara placed the team on the front row for the final race and managed to turn that strong qualifying performance into a double podium.

De Vries finished second, while Mortara took third.

The result was one of Mahindra’s strongest performances of the season and secured the team third place in the Teams’ Championship.

For a team that had been working to regain competitiveness, its performance in London represents an important sign for the future.

Lucas di Grassi: The End of a Historic Career

London also marked a particularly significant farewell for Brazilian motorsport.

Lucas di Grassi brought his professional motorsport career to an end after building a historic legacy in Formula E.

The Brazilian was one of the category’s leading figures from its very beginning and competed in the inaugural season. Di Grassi also won the first Formula E race in history, in Beijing, and captured the world championship in the 2016/17 season.

His farewell came precisely as the championship moved from one generation to another.

Just as the GEN3 era comes to an end, so does the career of one of the drivers who helped build Formula E’s identity from its earliest days.

The End of the GEN3 Era

London was more than a championship decider.

It was a farewell.

The GEN3 generation came to an end after four seasons. The cars represented an important step forward for Formula E, bringing greater performance, increased efficiency and new strategic possibilities.

Throughout the era, the championship delivered extremely close racing, different race winners and title fights decided in dramatic circumstances.

The final race of the generation could not have been more fitting.

One driver claimed his first victory. Another won the championship without scoring in the final race. The runner-up retired. Jaguar won the Teams’ Championship. Porsche secured the Manufacturers’ Championship.

It was an ending worthy of the GEN3 era.

Goodbye to ExCeL London

London will also leave the Formula E calendar in the format that fans have known in recent years.

ExCeL London became one of the championship’s trademarks. The circuit combined indoor and outdoor sections of the exhibition center and offered a configuration unlike any other track on the calendar.

Formula E will now move to a new home in the United Kingdom.

The championship’s future British round will take place at Brands Hatch. The change represents another step in Formula E’s transition toward the GEN4 era.

Formula E Enters a New Phase

With GEN3 now complete, Formula E is preparing for a new technological generation.

GEN4 will become the next major chapter in the championship’s history. The new cars promise greater performance, higher speeds and new technical possibilities as Formula E continues to develop its vision of high-level electric racing.

The change also represents a renewal of the grid.

Drivers, teams and manufacturers will once again have to adapt to a new set of technical characteristics. As a result, the competitive order established during the GEN3 era could change dramatically.

That possibility is one of the reasons why the arrival of GEN4 is so intriguing.

London Brings an Era to a Close

The London E-Prix was much more than a double-header.

It was a championship decider, a farewell and a passing of the torch.

Pascal Wehrlein left London as a two-time world champion.

Jaguar secured the Teams’ Championship.

Porsche won the Manufacturers’ title.

Taylor Barnard claimed his first Formula E victory.

Mitch Evans ended his time with Jaguar with a world championship.

Lucas di Grassi ended his professional career.

And the GEN3 era completed its final race.

The 2025/26 season therefore ends Formula E in a familiar place: unpredictable, strategic and competitive until the final lap.

Now the championship turns the page.

GEN3 is behind us.

ExCeL London is behind us as well.

A new generation of cars is coming.

And with it begins a new era of Formula E.




Por: Ana Elisa 
@ana_arquiteturaevelocidade
Tradução: Autoral 
Informações/dados: Formula E 

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